segunda-feira, 9 de novembro de 2009

*POSTURA ADEQUADA DO CASAL NA DANÇA*



A DANÇA É UMA ARTE:

- O cavalheiro deve deixar a sua face direita voltada para
a face direita da dama.
- Exceto em algumas variações em que o casal tem a sua
lateral como referência os dois devem olhar para frente.

- O espaço individual da dança deve ser dividido pela
mão esquerda do cavalheiro e a mão direita da dama,
estas devem estar dispostas exatamente no centro do
espaço de dança do parceiro. As mãos devem estar na
altura média dos ombros do casal e devem estar
seguras de palmas.


- Os cotovelos devem estar dispostos formando um ângulo
de 45 graus em relação ao corpo.
- A mão direita do cavalheiro deve estar com os dedos
abertos e repousar na altura média das costas da dama,
lembrando que esta deve ter resistência para melhor
conduzir a dama e dependendo do rítmo aumentará ou
diminuirá a distância entre o casal; a mão esquerda
da dama deve repousar sobre o ombro do cavalheiro.


- Na maioria dos rítmos, o pé direito do cavalheiro
deve estar entre os pés da dama.


(Texto de: Rinaldo Donizete de Freitas)
(Imagens da internet)

sábado, 7 de novembro de 2009

*COLCHA DE RETALHOS*


(Foto e trabalho meu, Ana Maria)

Vivemos em tempos de edredons e cobertores sintéticos, mas
há quem conheça a artesanal e antiga "colcha de retalhos".

(Foto e trabalho meu, Ana Maria)

Para quem não sabe, a colcha de retalhos era, pacientemente
elaborada, a partir do aproveitamento de pequenas sobras
de tecidos, num tempo em que as roupas eram feitas quase
que exclusivamente por habilidosas costureiras.

(Foto e trabalho meu, Ana Maria)

O tempo andava mais devagar e as mulheres ainda não
trabalhavam fora de casa. Ocupavam-se com a criação dos
filhos, com afazeres domésticos e nas horas vagas se
esmeravam em produzir belas e trabalhosas artes manuais,


entre elas a colcha de retalhos que ainda sobrevive em
velhos baús de umas poucas e saudosas vovós.
Uma espécie de museu particular.

(Maria Alice Guimarães)
(Imagem da internet)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

*FUTEBOL NO TAPETE DA SALA*


(Trabalho meu, e minha netinha Jordanna)

Em uma conversa agora a pouco com meu filho veio a tona
algo de nosso passado. Ao fazer uma arrumação em seu
quarto, ele encontrou uma bolinha de couro, já velhinha
e desgastada. Imediatamente, veio me mostrar e lembrou
que era com aquela bolinha que nós dois brincávamos
sobre o tapete da sala de casa, quando ele era pequeno.

(Trabalho meu e minha netinha Giovanna)
Ele deveria ter uns três ou quatro anos de idade e,
nós dois em cantos opostos da sala, ficávamos jogando,
ora com os pés, ora com as mãos. O jogo consistia
basicamente, em eu arremessar a pelota e ele, tal
qual um goleiro, defender.

(Trabalho meu, foto das minhas netinhas: Jordanna e
Giovanna)

Com muito esforço, ele se atirava, se esticava todo e
conseguia defender a maioria de meus "chutes".
Era uma festa! Hoje, muitos anos depois, ao ver a bola,
eu disse: "pôxa, como está velhinha!" No mesmo instante,
ele sem pestanejar, me respondeu: "é porque ela tem
toda uma história, pai!"
Preciso dizer mais alguma coisa?

(Postagem de Jefferson Dieckmann, no dia 18 de abril
de 2009 às 18:38)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

*BRINCADEIRA __ BAFO*


Não tem nada a ver com mau hálito.
É uma brincadeira de B A F O.

Esta brincadeira envolve dois participantes e nela
normalmente são apostadas "figurinhas". Arrumadas umas
sobre as outras, as figurinhas recebem do primeiro
jogador um tapa com a mão em forma de concha, com mais
ou menos intensidade. Quem conseguir virar a figurinha
fica com ela. Ganha aquele que conseguir o maior
número de peças.

(Dicionário Saraiva Junior)
(Imagens da internet)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

*TAPETES, VALEM A PENA*


(Foto minha, Ana Maria)

"A arte não deve ser anunciada, deve surgir onde
não se espera, de surpresa."
(Joan Dubuffet (1901 - 1985) pintor francês.)

(Foto trabalho meu)
Esse trabalho meu foi feito na máquina com retalhinhos
cortados em tamanhos 2 por 3 cm. Costurados com linha.
***Ana Maria Gonçalves***

Os decoradores costumam dizer que os tapetes "vestem"
uma sala - são uma peça essencial. Se não pode
pagar por um tapete caro no momento, não hesite
em comprar um de sisal, algodão.
(Guia VEJA)


(Foto trabalho meu)
Não hesite em adquirir meus tapetes trabalhados com
tiras de retalhos de malha. Bem amarrados, nós bem atados.
Trabalho com agulha de crochê.
Trabalho realizado com amor, paciência e persistência.

***Ana Maria Gonçalves***

sábado, 31 de outubro de 2009

*VAMOS JOGAR DOMINÓ?*


(Imagem da internet)

Você gosta de jogar dominó? Esse joguinho legal foi
inventado pelos chineses, por volta de 20 a.C. As
primeiras pedras eram feitas de osso e marfim.
No século 18, os franceses jogavam dominó com peças
feitas de papel (carimbadas) colocadas em chapas
de madeira.

O jogo virou mania entre os escravos brasileiros
quando os portugueses o trouxeram para cá, por volta
do século 16.
Hoje o dominó é feito de vários materiais, que vão
desde os descartáveis até os mais luxuosos,
como mármore.

(Almanaque O POPULAR, Gilberto Abdala Silva,
Repórter mirim número 27.287/06-GO)
(Imagem da internet)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

*ARTE PELA ARTE*


(Imagem da internet)

"A arte permite descobrir potencialidades e, quando se faz
isso, você leva para todos os aspectos de sua vida",
reflete Minidi Pedroso, artista plástica que, há anos, cria
projetos sociais voltados para o desenvolvimento da
sensibilidade artística.
"Não queremos formar artistas", explica ela. A idéia, em
vez disso, é levar para a população de baixa renda a mesma
qualidade no aprendizado artístico que as camadas
economicamente favorecidas desfrutam, esclarece Minidi.
Criado em 2003. O Instituto Minidi Pedroso de Arte e
Educação Social (Impaes) apóia e realiza projetos sociais.
Um deles é o IntegrArte, surgido na favela paulistana do
Madeirite e que atende, hoje, 50 jovens em uma área
carente de São Paulo (SP) e 200 crianças em duas creches
de Salvador (BA).

Outro projeto apoiado pelo Impaes é o Carmim, realizado
por Eduardo Valarelli, também artista plástico e arte-
educador. Ele viveu uma experiência hospitalar, em 1996,
que inspirou a idéia desse projeto. Jovens recebem
formação - com aulas de teatro, foto e cidadania - para
levar arte a hospitais. O Carmim também leva educação
artística a jovens carentes. Minidi revela ter disposto
de parte do patrimônio da família para custear projetos
socias. Ela informa que pretende investir até R$ 1
milhão, por ano, nas iniciativas. Os projetos,
acredita, formam multiplicadores capazes de,
futuramente, angariar verbas para seus programas.
SITE: www.impaes.org
E-mail:info@impaes.org