
(Imagem da internet)
"A arte permite descobrir potencialidades e, quando se faz
isso, você leva para todos os aspectos de sua vida",
reflete Minidi Pedroso, artista plástica que, há anos, cria
projetos sociais voltados para o desenvolvimento da
sensibilidade artística.
"Não queremos formar artistas", explica ela. A idéia, em
vez disso, é levar para a população de baixa renda a mesma
qualidade no aprendizado artístico que as camadas
economicamente favorecidas desfrutam, esclarece Minidi.
Criado em 2003. O Instituto Minidi Pedroso de Arte e
Educação Social (Impaes) apóia e realiza projetos sociais.
Um deles é o IntegrArte, surgido na favela paulistana do
Madeirite e que atende, hoje, 50 jovens em uma área
carente de São Paulo (SP) e 200 crianças em duas creches
de Salvador (BA).
Outro projeto apoiado pelo Impaes é o Carmim, realizado
por Eduardo Valarelli, também artista plástico e arte-
educador. Ele viveu uma experiência hospitalar, em 1996,
que inspirou a idéia desse projeto. Jovens recebem
formação - com aulas de teatro, foto e cidadania - para
levar arte a hospitais. O Carmim também leva educação
artística a jovens carentes. Minidi revela ter disposto
de parte do patrimônio da família para custear projetos
socias. Ela informa que pretende investir até R$ 1
milhão, por ano, nas iniciativas. Os projetos,
acredita, formam multiplicadores capazes de,
futuramente, angariar verbas para seus programas.
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